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domingo, 9 de novembro de 2014

Teste de segurança avalia 9 apps de mensagens

A Eletronic Frontier Foundation, fundação que defende a liberdade civil no mundo digital, desenvolveu uma campanha para analisar se as mensagens trocadas em diversos aplicativos são verdadeiramente protegidas. Para construir a lista, foram analisados sete critérios de criptografia: trânsito das mensagens, proteção com chave à qual o provedor não tem acesso, identificação independente da identidade do interlocutor, segurança caso as senhas sejam roubadas, abertura do código para revisão independente, documentação do projeto de criptografia e auditoria de segurança independente.
Confira abaixo as notas de 9 dos apps mais famosos: 1. iMessage: 5 de 7 O aplicativo da Apple peca apenas na impossibilidade de checar a identidade dos usuários e por não apresentar o código aberto para revisão independente. 2. Facebook: 2 de 7 O chat do Facebook só responde ‘sim’ a dois critérios: trânsito das mensagens e auditoria de segurança. 3. WhatsApp: 2 de 7 Presente em 600 milhões de celulares do mundo todo, o app apresenta auditoria de segurança independente e criptografia no trânsito das mensagens. 4. Google Hangouts: 2 de 7 Assim como o chat do Facebook, o Hangouts só garante a criptografia total durante o trânsito de mensagens e apresenta um código de segurança auditado 5. Skype: 2 de 7 O Skype não permite a verificação da identidade dos usuários, não oferece maneiras seguras de recuperar a senha, não tem código aberto para revisão, documentação do projeto de criptografia nem auditoria de segurança. 6. Snapchat: 2 de 7 O app também preenche apenas dois quesitos: trânsito das mensagens e auditoria de segurança. 7. Viber: 1 de 7 Como acontece com o Secret, o Viber só garante a segurança durante o trânsito de mensagens. 8. Secret: 1 de 7 Como já se sabe, o Secret não é tão seguro quanto prega. Dos critérios analisados, ele só preencheu o primeiro: segurança durante o trânsito de mensagens. 9. Yahoo! Messenger: 1 de 7 O Yahoo! Messenger ficou entre os apps menos seguros da lista, preenchendo a apenas um requisito: o do trânsito das mensagens. 
Leia mais em: Olhar Digital

terça-feira, 1 de julho de 2014

Avira não atualiza [RESOLVIDO!]

Bom dia! Esta semana me deparei com um erro ao tentar atualizar o banco de virus do avira. Não conseguia atualizar nem automático e nem manual,pesquisando muito na internet e sem obter sucesso, resolvi "fuçar" o programa por minha conta. Pois bem.Consegui resover o problema e decidi compartilhar com todos aqueles que estão passando pelo mesmo problema.
1º- Abram o avira control center. (IMAGEM 1)
2º- Cliquem em extra > configuração > servidor web > "usar conexão já existente (rede)". (IMAGEM 2)
3º- Sinal de + (mais)> configurações de proxy > "não use um servidor proxy". (IMAGEM 3) 4º- Aplicar.Pronto! vocês já poderão atualizar o avira normalmente. Obs: Seguem abaixo as imagens para facilitar o procedimento.
IMAGEM 1
IMAGEM 2
IMAGEM 3

Espero ter ajudado Um grande abraço!!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Novo golpe no Facebook promete perfil colorido e música de fundo

Surpresa: extensões que deixam seu Facebook colorido normalmente são vírus que irão distribuir malware e spam pela rede social. Isso não é exatamente novidade, mas agora há uma nova variação da ameaça, que promete deixa seu feed de notícias com temas musicais, mas que serve ao mesmo propósito de dominar os perfis e utilizá-los como via de distribuição de vírus.

 Apontado pela equipe do Avast, a ameaça, nomeada "Facebook Music Theme Scam" promete mudar a cara da rede social e adicionar uma música de fundo. Contudo, Honka Zika, um dos especialistas da empresa, investigou e percebeu que foram curtidas automaticamente 32 fotos, pessoas, grupos, etc.Reprodução

Ele até mesmo divulgou um screenshot das atividades suspeitas que o Facebook passou a realizar após a instalação da extensão. As curtidas parecem inofensivas, mas são um problema muito mais amplo do Facebook como um todo.

Outra captura de tela mostra uma foto comum de uma pessoa com 37 mil curtidas. Uma boa parte deles, provavelmente a maioria, são referentes às autocurtidas de outras pessoas infectadas.

Reprodução

O pesquisador encontrou também um segundo script em execução, que continuava adicionando autocurtidas, o que fez com que algumas páginas acumulassem mais de 1 milhão de likes. O objetivo destas páginas é serem infladas para poderem ser vendidas para mercados obscuros, para que golpistas possam anunciar produtos e serviços de qualidade duvidosa que espalham mais outras ameaças.

Contudo, Zika diz que não foi encontrado código capaz de danificar o seu computador. As únicas ações foram os scripts para distribuir likes automaticamente, a mudança de tema do Facebook e a execução de um arquivo mp3.
Matéria original: Olhar Digital

Descoberto malware que usa Windows para infectar Android

Softwares maliciosos para Android que miram o Windows não são novidade, mas a Symantec descobriu que tem gente fazendo o contrário: usando o sistema operacional da Microsoft para chegar ao do Google. 

 Tudo começa com a infecção pelo Trojan.Droidpak, que envia um DLL malicioso e o registra como um serviço do sistema. O DLL baixa um arquivo de configuração que é analisado para fazer download de um APK malicioso e também é capaz de baixar ferramentas necessárias para o download do aplicativo, como o Android Debug Bridge (ADB). A partir de então, sempre que um dispositivo com Android for conectado ao computador, o malware tentará instalar o APK. Ele só conseguirá se o tablet ou smartphone estiver no modo depuração USB. De acordo com a Symantec, o aplicativo é uma variante do Android.Fakebank.B e se apresenta como Google App Store. Uma vez instalado, ele busca por aplicações bancárias coreanas e, caso encontre alguma, pede que o usuário a apague para instalar uma versão comprometida. O ideal para evitar esse tipo de problema é manter o modo de depuração USB desativado quando não estiver usando, mas o mais importante é não plugar o aparelho em qualquer computador.
Matéria original: Olhar Digital

Vivo garante que compartilhamento de rede não prejudica o usuário

Nos últimos dias foi anunciado que mais duas gigantes da telefonia entrarão na briga pela clientela brasileira, e os dois casos contarão com uma mãozinha da Vivo, que emprestará sua infraestrutura para a Nextel e a britânica Virgin Mobile. A Vivo garantiu ao Olhar Digital que essas negociações não devem "gerar nenhum tipo de sobrecarga à rede". Consultado pela reportagem, o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, concordou: "O que pode acontecer é um aumento do tráfego, para o qual a operadora precisa estar preparada", explicou. "É preciso também levar em conta que a Nextel tem rede própria nos centros urbanos com maior concentração de usuários", reforçou a Vivo. "Além disso, com o monitoramento constante da rede, é possível adotar medidas com agilidade se houver necessidade." 

Primeiro a Nextel anunciou que passaria a oferecer pacotes com 3G graças a uma parceria firmada com a Vivo. Ao invés de montar toda a infraestrutura necessária nos lugares onde ainda não atende, a empresa que atua majoritariamente com serviços de rádio pegará a da Vivo emprestada.
Depois foi a vez da britânica Virgin Mobile dizer que tentará se lançar por aqui, mas como operadora virtual (MVNO). Isso significa que a empresa não precisará fazer qualquer investimento de engenharia, pegando carona na aparelhagem da brasileira para oferecer seus serviços.

Essas duas chegadas podem significar melhorias para os clientes, pois, mesmo que uma empresa use infraestrutura alheia, é possível que seus valores sejam competitivos, conforme explicado presidente da Teleco: "A diferenciação de uma operadora que utiliza a rede de outra não ocorre no preço básico e sim em ofertas mais adequadas ao tipo de usuário e que podem ter preços mais baixos para algum tipo de chamada ou acesso de dados." 

Matéria original: Olhar Digital

Malware observa toques na tela do celular para descobrir senhas

Foi descoberto um jeito de invadir smartphones e tablets para observar os toques dados na tela e descobrir as senhas do usuário. O consultor de segurança Neal Hindocha, da Trustwase, construiu o conceito de um malware capaz de fazer isso e pretende apresentá-lo durante uma conferência sobre segurança em breve. O software malicioso é capaz de monitorar coordenadas X e Y a cada toque ou deslizada de dedo, além de tirar capturas da tela. Assim, se o criminoso estiver acompanhando o aparelho e perceber que após um longo período de inatividade o usuário deu quatro toques, ele sabe que aquela é a senha de desbloqueio. 

O interessante, disse Hindocha à Forbes, é que se combinar coordenadas com capturas de tela o criminoso consegue ter uma imagem clara dos números sendo digitados.
Segundo ele, não há dificuldades em se instalar o malware em aparelhos com iOS em jailbreak ou com Android em root. É possível passá-lo para um smartphone que rode o sistema do Google quando ele for plugado ao computador pelo cabo USB.
O foco de um ataque desse tipo dificilmente seria o usuário comum, pois o golpe demanda tempo e dedicação - seria contraproducente analisar coordenadas colhidas em massa. O método poderia ser usado contra alvos específicos.
Matéria original: Olhar Digital
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