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sábado, 6 de julho de 2013

O passo a passo da investigação de um crime digital

Advogado explica as etapas que antecedem o processo de identificação de um criminoso na rede.A distância entre a prática de um crime digital e um processo judicial contra o culpado, que normalmente pratica o ato de forma anônima, é longa e trabalhosa. A investigação depende de uma série de fatores, que muitos simplesmente desconhecem.
Segundo José Milagre, advogado especializado em TI, o primeiro passo é procurar o provedor do serviço onde a ação foi realizada. Entretanto, empresas como Google, Facebook e Microsoft só fornecem dados mediante ordem judicial. Desta forma, é necessário processá-los para que eles liberem os dados do autor, uma vez constatado que seus serviços foram utilizados como meio de um crime. Contudo, o serviço deverá oferecer apenas um endereço IP, o que não é o bastante para identificação do criminoso. O segundo passo é consultar o registro.br para descobrir o provedor de acesso utilizado. Em seguida, deve-se notificar o provedor para obter os dados do autor do crime. Milagre nota, no entanto, que muitos juizes estão despreparados para lidar com este tipo de investigação, e vetam a participação dos provedores já que não são "partes no processo". "Assim, o consumidor da justiça, além de não ter obtido sua pretensão, tem de mover uma nova ação, desta vez contra os Provedores de Acesso". Só então os dados do usuário poderão ser liberados para que uma investigação real sobre a autoria do crime possa ser realizada.Leia mais em: Olhar Digital

6 ferramentas do Google que talvez você não conheça

Serviços ajudam a otimizar site e até encontrar tendências.O Google, apesar de ser conhecido por serviços populares, como a ferramenta de busca e o Gmail, conta com uma série imensa de diferentes produtos. Alguns deles são de nicho e bastante específicos. Por isso, talvez você não os conheça..Independente de serem famosos ou não, a verdade é que alguns desses serviços mais desconhecidos do Google podem te ajudar em muitas ocasiões. Separamos cinco deles. Confira:

Google N-Gram Viewer


Ferramenta que busca a quantidade de vezes que determinada palavra aparece nos livros digitalizados pelo Google. O recurso compreende apenas livros publicados entre 1500 e 2000 e não está disponível em português.

Google Trends

Mostra as tendências nas buscas do Google. Permite ver a curva de interesses por determinadas palavras em certos lugares durante um período específico.

Google Public Data Explorer


Um compilado de dados públicos reunidos e organizados na mesma interface, que interpreta as informações e traduz por meio de gráficos. O Google ainda permite utilizar uma série de filtros para melhorar a compreensão do conteúdo.

Full Value of Mobile

Serviço do Google para mensurar o impacto da publicidade mobile feita com suas ferramentas. A calculadora ajuda a acompanhar os efeitos das campanhas feitas no site. Útil para desenvolvedores e profissionais de marketing.

Webmaster Tools

Conjunto de ferramentas para os desenvolvedores analisarem a estrutura do site e melhorarem seu SEO e outros pontos básicos.

Google Fonts

Conjunto de fontes livres para uso fornecidas pelo Google. Uma mão na roda para os designers.
Leia mais em: Olhar Digital

docks de som

Confiram os melhores do mercado. Quem está acostumado com MP3 players e smartphones já conhece a categoria. Muita gente até já substituiu os antigos “sound systems” pelos “dock stations”, que além de irem pra qualquer lugar, oferecem cada vez mais qualidade – suficiente até pra animar uma grande festa. No Laboratório Digital deste mês nós escolhemos quatro modelos para testar e comparar; dois maiores (e mais caros) e dois menores. Veja só quem se saiu melhor...Clique para assistir ao video desta matéria. Aqui os botões são todos físicos. Já o dock da Phillips e o JBL OnBeat Micro são bem menores e mais leves: pesam menos de um quilo. Bom, aqui a escolha depende do tipo de uso; pensando em um dock para substituir o som de casa, o JBL OnBeat Venue sai na frente; se for para carregar na mochila, seu irmão menor, o Micro, faz bonito. ENTRADAS Todos os docks que testamos têm conexão direta com produtos da Apple – iPods, iPads e iPhones. Mas todos funcionam com as versões mais antigas, o único com entrada para o novo iPad, iPad Mini e iPhone 5 é o JBL Micro. Por outro lado, todos os falantes trazem a possibilidade de conectar qualquer outro aparelho de som através do cabo P2 (aquela entrada igual à dos fones de ouvido). Isso é bem interessante, mas outra forma ainda mais legal de usar outras plataformas de tablets e smartphones é por meio do Bluetooth. Mas, apenas dois desses aparelhos trazem Bluetooth: o Philips e o JBL maior. Em ambos, logo na primeira vez que você usa a conexão sem fio, ele oferece a possibilidade de baixar um aplicativo gratuito que traz uma série de funções e configurações. Os apps trazem controles interessantes como equalizações pré-definidas, ganho nos graves e até a possibilidade de criar playlists personalizadas. O JBL Venue traz um diferencial em relação aos outros; esta entrada para vídeo componente que, combinada com o botão “movie” cria um som mais amplo. Dá para ligar o dock station em uma TV de alta definição para ver um filme ou até jogar videogame com um som mais envolvente. Bom, aqui o mais interessante são as conexões sem fio; neste caso, o Bluetooth. Assim, Phillips e JBL Venue merecem um empate técnico. BATERIA Claro, todos os docks funcionam conectados na tomada. Aliás, o JBL Venue só funciona assim; ainda que seja um aparelho portátil e fácil de carregar, no quesito energia ele é totalmente dependente do fio. Bose e Phillips trazem bateria própria e recarregável. Por causa da diferença de tamanho e potência, a bateria removível do Bose, fora da tomada, promete 8 horas de duração. Já no Phillips é impossível retirar a bateria, mas ela tem autonomia maior, chegando até 10 horas de duração. Por último, o JBL Micro, desconectado, funciona com quatro pilhas palito e, segundo a fabricante, tem autonomia de até cinco horas se as pilhas forem novas. Nesse quesito não é difícil identificar quem se sai melhor; depois de carregado, o dock da Phillips oferece 10 horas de boa música onde quer que você esteja... ÁUDIO Agora, o principal: o som! Como não seria justo comparar todos os aparelhos entre si, dividimos em dois grupos; menores de um lado, maiores do outro. Entre os pequenos, ainda que a qualidade de som do Phillips seja muito boa e até ganhe umas batidas mais fortes quando mudamos a equalização através do aplicativo, o JBL Micro é bem superior. Apesar do tamanho, a caixinha surpreende; é possível ouvir com clareza graves, médios e agudos. O som não distorce mesmo em volumes altos e sua potência é suficiente pra sair dançando pelo quarto ou fazer uma trilha sonora durante um jantar. Já entre os maiores, ainda que o JBL Venue seja muito bom, com graves potentes e altíssima qualidade, ele não é páreo para a potência dos falantes da Bose. O som envolvente e altamente definido surpreende tanto baixinho como no último volume. Para quem gosta de batidas, o subwoofer interno faz você literalmente sentir o som no peito... escuta aí... Resumindo. Entre os pequenos, vitória do JBL. Entre os grandes, vitória do Bose. PREÇO Vamos começar de baixo para cima. Entre os dock stations testados, o mais barato aqui no Brasil é o JBL Micro, com preço sugerido de 529 reais. Em seguida vem o produto da Phillips, vendido a 649 reais. O JBL Venue sai por 999 reais. E o mais caro – aliás, bem mais caro – é o Bose, que custa dois mil e novecentos reais; quase o triplo do pelo do JBL Venue. CONCLUSÃO Entre os menores, resolvemos decretar um empate técnico. Tudo bem que o som do JBL Micro é mesmo melhor, mas o Phillips não fica muito atrás. E a conectividade por meio do Bluetooth no caso do Philips vale os pouco mais de 100 reais de diferença no preço. Agora entre os docks maiores, nossa escolha é, sem dúvida, o JBL OnBeat Venue. Ainda que ele não tenha a mesma potência e graves super potentes do Bose, o preço justifica nossa decisão. A qualidade de som é impecável e ele ainda tem conexão Bluetooth e entrada para vídeo componente. Gostamos também dos botões que ampliam os graves e deixam o som mais envolvente para assistir a um filme ou jogar videogame. Essas são as escolhas do Olhar Digital. Entre as dock stations mais portáteis, empate técnico para Philips e JBL micro. Na categoria das dock stations maiores, vitória para a JBL OnBeat Venue. Leia mais em: Olhar Digital
DESIGN Ainda desligados, a primeira impressão é visual. O dock da Bose e o JBL OnBeat Venue são um pouco maiores. O Bose é meio quadradão, com estilo mais clássico em formato de caixa de som mesmo. A parte do dock fica discretamente escondida aqui embaixo. Os botões de volume – os únicos disponíveis – são sensíveis ao toque. Com 30 centímetros de largura e quase 18 de altura, o aparelho pesa pouco mais de dois quilos; um pouco pesado para ficar passeando com ele pra cima e pra baixo. O JBL OnBeat Venue pesa quase a mesma coisa, mas tem um visual bem mais moderno e simpático; agradou mais. Para acessar o dock, basta pressionar este pequeno compartimento.

A evolução das placas gráficas

Tem gente que nem sabe que elas existem, mas a placa gráfica é a responsável por gerar as imagens no computador e enviá-las até o monitor.

"A maneira como elas se comunicam é que faz essa diferença. Fisicamente ela fica realmente fisível e a outra está integrada: você não consegue ver, mas ela está ali dentro", diz o especialista.

Além de entusiastas, os gamers mais exigentes e os profissionais multimídia são os que realmente precisam de uma placa “dedicada” atualmente. Para todos os outros usuários, a placa “integrada” no processador é mais do que suficiente. O gamer sempre quer mais; mais definição, mais performance, mais capacidade de processamento. E em época que já se fala em resolução 4K 3D, só as placas dedicadas dão conta.

Outra peculiaridade é que as placas dedicadas trazem várias portas de conexão; entre elas o padrão VGA, HDMI, DVI e, as mais modernas, até o Display Port. Essas placas são capazes de suportar até quatro monitores independentes funcionando ao mesmo tempo ou até, no caso dos games, somar diversas telas para dar aquela sensação de imersão ao jogador.

"Isso é muito interessante para o gamer, que é quando você consegue uma tecnologia chamada infinity: quando você soma os monitores. Ou seja, ao invés de ver numa única janelinha, você expande o campo de visão para os outros monitores."

Outra comparação interessante é em relação aos núcleos presentes em uma placa gráfica. Enquanto nos processadores estamos acostumados a falar em dois, quatro ou, mais recentemente, em até oito núcleos, nas placas gráficas – integradas ou dedicadas – esse número é surpreendentemente maior. "Pensando em GPU, a menor que se consegue produzir hoje tem 80 cores - essa é a menor. Vai a partir de 80 cores, chegando até 800 cores numa placa integrada, o que é um padrão interessante no mercado", comenta Brandão.
Tem gente que nem sabe que elas existem. A placa gráfica – ou placa de vídeo – é a responsável por gerar as imagens no seu computador e enviá-las até o seu monitor. Existem dois tipos de placas gráficas: a integrada e a dedicada. E antes de entender a diferença entre elas, vale destacar que ambas evoluíram muito nos últimos anos. Vamos começar pela placa “integrada”. Até algum tempo atrás, ela vinha junto com a placa-mãe do computador e não podia ser trocada. A fama desse tipo de placa não é muito boa, afinal ela servia, no máximo, para ligar o micro. Mas atualmente a placa gráfica integrada mudou e não está mais na placa-mãe, mas sim na mesma porção de silício do processador. Seu grande poder de processamento é o que nos permite assistir a vídeos em HD, ver animações e todos os gráficos surpreendentes que encontramos na web e diversas aplicações. "Os sistemas operacionais ficaram muito gráficos, até poucos anos atrás a gente via aquelas famosas telas verdes, do DOS; aquilo não existe mais. Você vai usar a internet e essa internet tem animação em flash, vídeo, imagem em alta definição, e tudo isso fala direto com a placa gráfica. Então uma boa placa gráfica, mesmo que integrada no processador, faz sentido pra quem nem estava se preocupando com isso", comenta Roberto Brandão, gerente de engenharia da AMD na América Latina. Interessante também é que nos processadores de última geração com placas gráficas integradas, elas fazem mais do que cuidar das imagens exibidas na tela. "Em primeiro lugar, ela poderia ter maior capacidade de processamento, afinal, mesmo quando você tem uma integrada você ainda entra num YouTube, tem a capacidade de processamento de vídeo, assiste a vídeos, faz videoconferências. Essa placa precisou ser um pouquinho mais potente", explica Brandão, que continua: "E a outra coisa é que essa junção com o processador trouxe a possibilidade de a placa ajudar o processador em tarefas do dia a dia. Então antigamente quem tinha placa gráfica ou externa ou integrada pensava só em jogo, agora ele pensa também em aplicativos convencionais - por exemplo, tem casos em que o antivírus roda na sua GPU, na sua placa gráfica." Além dos PCs e notebooks, as placas gráficas integradas estão hoje também nos consoles de videogames de última geração, como XBox e PlayStation... Mas para quem joga no computador – principalmente games em alta resolução – a placa “dedicada” é indispensável. Elas são bem maiores fisicamente, têm performance muito superior às placas integradas, mas também consomem mais energia e, obviamente, ficam fora do processador.
Tem gente que nem sabe que elas existem. A placa gráfica – ou placa de vídeo – é a responsável por gerar as imagens no seu computador e enviá-las até o seu monitor. Existem dois tipos de placas gráficas: a integrada e a dedicada. E antes de entender a diferença entre elas, vale destacar que ambas evoluíram muito nos últimos anos.

Vamos começar pela placa “integrada”. Até algum tempo atrás, ela vinha junto com a placa-mãe do computador e não podia ser trocada. A fama desse tipo de placa não é muito boa, afinal ela servia, no máximo, para ligar o micro. Mas atualmente a placa gráfica integrada mudou e não está mais na placa-mãe, mas sim na mesma porção de silício do processador. Seu grande poder de processamento é o que nos permite assistir a vídeos em HD, ver animações e todos os gráficos surpreendentes que encontramos na web e diversas aplicações.

"Os sistemas operacionais ficaram muito gráficos, até poucos anos atrás a gente via aquelas famosas telas verdes, do DOS; aquilo não existe mais. Você vai usar a internet e essa internet tem animação em flash, vídeo, imagem em alta definição, e tudo isso fala direto com a placa gráfica. Então uma boa placa gráfica, mesmo que integrada no processador, faz sentido pra quem nem estava se preocupando com isso", comenta Roberto Brandão, gerente de engenharia da AMD na América Latina.

Interessante também é que nos processadores de última geração com placas gráficas integradas, elas fazem mais do que cuidar das imagens exibidas na tela.
"Em primeiro lugar, ela poderia ter maior capacidade de processamento, afinal, mesmo quando você tem uma integrada você ainda entra num YouTube, tem a capacidade de processamento de vídeo, assiste a vídeos, faz videoconferências. Essa placa precisou ser um pouquinho mais potente", explica Brandão, que continua:

"E a outra coisa é que essa junção com o processador trouxe a possibilidade de a placa ajudar o processador em tarefas do dia a dia. Então antigamente quem tinha placa gráfica ou externa ou integrada pensava só em jogo, agora ele pensa também em aplicativos convencionais - por exemplo, tem casos em que o antivírus roda na sua GPU, na sua placa gráfica."
Além dos PCs e notebooks, as placas gráficas integradas estão hoje também nos consoles de videogames de última geração, como XBox e PlayStation... Mas para quem joga no computador – principalmente games em alta resolução – a placa “dedicada” é indispensável. Elas são bem maiores fisicamente, têm performance muito superior às placas integradas, mas também consomem mais energia e, obviamente, ficam fora do processador.

"A maneira como elas se comunicam é que faz essa diferença. Fisicamente ela fica realmente fisível e a outra está integrada: você não consegue ver, mas ela está ali dentro", diz o especialista.

Além de entusiastas, os gamers mais exigentes e os profissionais multimídia são os que realmente precisam de uma placa “dedicada” atualmente. Para todos os outros usuários, a placa “integrada” no processador é mais do que suficiente. O gamer sempre quer mais; mais definição, mais performance, mais capacidade de processamento. E em época que já se fala em resolução 4K 3D, só as placas dedicadas dão conta.

Outra peculiaridade é que as placas dedicadas trazem várias portas de conexão; entre elas o padrão VGA, HDMI, DVI e, as mais modernas, até o Display Port. Essas placas são capazes de suportar até quatro monitores independentes funcionando ao mesmo tempo ou até, no caso dos games, somar diversas telas para dar aquela sensação de imersão ao jogador.

"Isso é muito interessante para o gamer, que é quando você consegue uma tecnologia chamada infinity: quando você soma os monitores. Ou seja, ao invés de ver numa única janelinha, você expande o campo de visão para os outros monitores."

Outra comparação interessante é em relação aos núcleos presentes em uma placa gráfica. Enquanto nos processadores estamos acostumados a falar em dois, quatro ou, mais recentemente, em até oito núcleos, nas placas gráficas – integradas ou dedicadas – esse número é surpreendentemente maior. "Pensando em GPU, a menor que se consegue produzir hoje tem 80 cores - essa é a menor. Vai a partir de 80 cores, chegando até 800 cores numa placa integrada, o que é um padrão interessante no mercado", comenta Brandão.

"A GPU é para o entusiasta e neste caso se coloca mais de 2 bilhões de componentes eletrônicos, mais de 2 bilhões de transistors e mais ou menos 2 mil cores com capacidade de processamento de alguns teraflops - alguns trilhões de operações em ponto flutuante por segundo é bastante coisa para um único chip e isso hoje já está acessível para os consumidores do mundo, inclusive do Brasil."

Bom, por último, preço. Dada a diferença de capacidade e performance, era de se imaginar: as placas dedicadas são caras. Algumas custam R$ 5 mil, R$ 6 mil e até mais.

Como já dissemos, hoje pouca gente precisa de uma placa dedicada, mas elas ainda fazem muito sucesso e, melhor, não param de evoluir, para alegria dos gamers e de alguns profissionais. O mesmo acontece com as placas integradas nos processadores, que também se tornam mais poderosas a cada geração. Aí, cabe a pergunta: será que algum dia a tecnologia vai fazer com que as placas integradas substituam definitivamente as placas de vídeo dedicadas? Participe e deixe sua opinião nos comentários. Aliás, aproveite e conte também se você é usuário de alguma placa específica. Assista ao video da matéria.
Leia mais em: Olhar Digital

terça-feira, 2 de julho de 2013

Verme sanguinário assassina criança de cinco anos por nada.

Bom dia,caros(a) leitores(a).Ao assistir a reportagem do assalto seguido de morte a uma família colombiana em São Paulo no fim de semana ,confesso que me deparei com instintos animalescos vindos do fundo do meu coração que gerou-me uma revolta nunca experimentada antes. Mas como ninguém (pelo memos em minha opinião)tem o direito de fazer justiça com as próprias mãos, venho através desta postagem divulgar a foto deste verme cruel que tirou a vida de um anjinho com a vida toda pela frente sem pensar duas vezes.Assim que a Pólícia divulgou seu rosto fiz questão de judar e pedir a colaboraçao de todos. Se virem este verme por ai, liguem para a Pólícia e denuncíe-o! 
3272-7373 (Estado de São Paulo)
2253-1177 (Estado do Rio de Janeiro)

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Vamos continuar a pressão

Esta publicação é para divulgar e dar uma força a campanha pela greve geral dia 1.° julho. Não vamos amolecer meu povo!
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